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VeraPrevi debate futuro das aposentadorias em reunião sobre Reavaliação Atuarial e Reforma da Previdência

  • Publicado em 23/03/2026

Fonte: Gestão

Autor: Ascom

O futuro previdenciário dos servidores municipais de Vera esteve no centro do debate nesta segunda-feira (23). Em reunião realizada na Câmara de Vereadores, o Instituto de Previdência Social dos Servidores Municipais de Vera (VeraPrevi) apresentou a Reavaliação Atuarial de 2026 e propôs diferentes cenários para uma necessária Reforma da Previdência.

O encontro contou com uma participação de diversas esferas da administração pública e da sociedade civil, incluindo o prefeito Yago Giacomelli, o controlador interno Elson dos Santos, secretários municipais, vereadores, a direção do Sindicato dos Servidores e os próprios funcionários públicos.

Embora o VeraPrevi apresente hoje uma saúde financeira considerável — com mais de R$ 58 milhões em caixa — o alerta do consultor atuário Igor França Garcia é para o longo prazo. Segundo os estudos, sem ajustes nas regras atuais, o instituto poderá enfrentar um déficit significativo a partir de 2045, assemelhando-se à crise enfrentada hoje pelo INSS em nível nacional.

Igor França destacou que a antecipação é a melhor estratégia para garantir que o município continue investindo em outras áreas sem comprometer o pagamento dos aposentados.

"A reforma da previdência não é algo restrito à Prefeitura, à Câmara ou apenas ao VeraPrevi. Ela é fundamental para todo o município. Precisamos de ajustes para garantir a sustentabilidade a longo prazo, permitindo que o ente público tenha economia e recursos para investir na cidade, assegurando que o dinheiro para os benefícios futuros esteja guardado", afirmou o consultor.

Próximos passos

Durante o evento, foram detalhados quatro cenários possíveis para a reforma, variando em termos de regras de transição e critérios de concessão. A partir de agora, o processo entra em uma fase de análise técnica e política.

De acordo com a diretora do VeraPrevi, Oneide Moro, o foco agora é o diálogo entre as partes interessadas. "O próximo passo é reunir a Comissão da Reforma para escolher o cenário que seja favorável aos dois lados: servidores e o poder Executivo", explicou a diretora, reforçando o compromisso com uma transição equilibrada.

A discussão continuará nas próximas semanas, visando um modelo que preserve o direito dos servidores e a responsabilidade fiscal da administração municipal.

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