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Gestão municipal detalha medidas contra desperdício de bens públicos

  • Publicado em 18/06/2026

Fonte: Gestão

Autor: Ascom

A eficiência na aplicação do dinheiro dos contribuintes e o estado dos equipamentos municipais tornaram-se o centro de um debate sobre transparência administrativa nesta semana.

Diante da necessidade de apresentar respostas detalhadas sobre o controle de gastos e a vida útil dos ativos da cidade, o Centro de Eventos Olímpio Giacomelli sediou, na manhã  de quarta-feira (17/06), uma reunião convocada para alinhar critérios rigorosos de fiscalização.

O encontro reuniu o escalão técnico e operacional das Secretarias Municipais de Gestão, Fazenda, Desenvolvimento Social, além da autarquia Vera-Previ.

A mobilização ocorre em um momento em que a administração municipal busca mitigar falhas operacionais e padronizar de forma rígida a conduta interna sobre o tema "Patrimônio Público e Proteção dos Bens Patrimoniais".  

Resposta a prejuízos e foco em auditoria interna

Diferente de agendas puramente institucionais, a movimentação foi conduzida sob o selo do programa "Controladoria Orientativa". O braço de fiscalização da Controladoria Municipal, atuando junto à Secretaria de Gestão e ao Departamento de Patrimônio, interveio para criar barreiras contra o mau uso e a depreciação acelerada de ativos. Durante os painéis, foram apontados gargalos severos que geravam prejuízos ao erário e desperdício de recursos.  

A pauta tratou diretamente de problemas crônicos enfrentados pela máquina pública:Prevenção de Danos e Extravios: Estabelecimento de punições e normas para coibir o sumiço e a quebra inadequada de equipamentos;  Uso Indevido: Restrições ao uso de maquinários e ferramentas fora das especificações recomendadas;  Padronização Burocrática: Exigência de relatórios detalhados de inventário para acabar com a falta de sincronia entre os departamentos.

Cobrança por responsabilidade ética e financeira

O Chefe do Departamento de Patrimônio, Andrei de Jesus Krasowski, assumiu o papel de cobrar diretamente os servidores. Em sua intervenção, o tom técnico deu lugar a alertas sobre as consequências legais e financeiras da negligência com o inventário da cidade.  De acordo com Krasowski, os bens da prefeitura não são ferramentas abstratas, mas o reflexo direto de impostos pagos pela sociedade que vinham sofrendo desgaste evitável:  "Cada bem público adquirido pela Administração Municipal é resultado do investimento dos recursos da população.  Por isso, preservar o patrimônio público não é apenas uma obrigação legal, mas um compromisso ético de todo servidor" , alertou o chefe do departamento, vinculando a conservação preventiva diretamente à manutenção dos serviços básicos oferecidos aos moradores.  

Pressão por resultados e transparência

O endurecimento das regras de controle interno sinaliza que a Prefeitura de Vera tenta blindar-se de críticas externas e auditorias de órgãos de controle do Estado. A pressão interna visa forçar que a governança e a redução de desperdícios saiam do papel para conter a perda de receitas.

 A administração agora corre contra o tempo para provar que os investimentos na qualificação e na cobrança rigorosa de seus funcionários se traduzirão em serviços mais eficientes e menos onerosos para a população.  

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